Musicão. Letra legal e uma montagem bacana que vi no youtube.
http://www.youtube.com/watch?v=jLHYQeZQxns
Sempre gostei de ler e sempre tive vontade de escrever. Neste blog irei, na medida do possível, colocar minhas opniões sobre assuntos diversos, sobre minhas preferência e tudo o que eu achar pertinente. Espero que gostem, desgostem, concordem e discordem. E, se você chegou até aqui, obrigado pela visita.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Os modismos de linguagem e o politicamente correto
O cliente liga no call center de uma empresa de informática para solucionar um problema no seu computador:
TI - Alô, sou TI da empresa Tal & Tal e estou com dificuldades para resolver um problema.
CC - Sr, acesse o prompt do MS-DOS e abra a pasta X.
TI - Como faço isso?
CC – Mas o sr não é o TI?
Essas siglas divulgadas na imprensa e utilizadas pela grande maioria como símbolo de status me dá asco. O camarada mal aprende ligar o computador, não dá nem pra ser chamado de usuário e já se autodenomina TI.
Assim que comecei a acessar o Orkut tinha um monte de perfil em que a pessoa se definia como CEO. Como eu não conhecia a tal sigla imaginei que se referisse a garota de programa porque a maioria das vezes aparecia em perfis femininos. Mas agora... Ninguém mais é executivo da empresa, é CEO. Não existe mais o diretor financeiro é CFO.
O que me intriga é que em grande parte das vezes os que adotam tal “cargo” nem sabem conjugar o verbo “to be”! Mas ta na moda, é isso que importa.
O mesmo acontece com as expressões politicamente corretas. Não existe mais negro ou, cúmulo da absurdo, preto. Qualquer cidadão mais moreninho é um afro-brasileiro. Ninguém mais é aleijado, ninguém mais é doido, veado, sapatão. São especiais, homossexuais.
É mais ou menos como os tais direitos humanos. Só aparecem direitos humanos quando acontece algo com algum bandido. O pai de família que se dane. Depois reclamam que tem muito vagabundo. A própria sociedade os incentiva.
Massacre dos Carajás. Um monte de sem terra armados de pedras, facões, enxadas e não sei mais o que, partindo para cima dos policiais. Se você estivesse do lado da policia iria esperar alguém arrancar o seu pescoço com um facão ou estraçalhar seu crânio com uma pedrada? Acho que não, até mesmo por causa do instinto de sobrevivência. Não é que eu seja a favor da violência, mas, vamos pensar de maneira racional e deixar o romantismo de lado. Foram os mesmos sem terra que devastaram uma belíssima plantação de laranjas há pouco tempo.
Qual é? Quanta hipocrisia. Mas, numa sociedade onde para se destacar basta rebolar seminua ou passar 40 dias trancado sem fazer nada, não é de admirar.
TI - Alô, sou TI da empresa Tal & Tal e estou com dificuldades para resolver um problema.
CC - Sr, acesse o prompt do MS-DOS e abra a pasta X.
TI - Como faço isso?
CC – Mas o sr não é o TI?
Essas siglas divulgadas na imprensa e utilizadas pela grande maioria como símbolo de status me dá asco. O camarada mal aprende ligar o computador, não dá nem pra ser chamado de usuário e já se autodenomina TI.
Assim que comecei a acessar o Orkut tinha um monte de perfil em que a pessoa se definia como CEO. Como eu não conhecia a tal sigla imaginei que se referisse a garota de programa porque a maioria das vezes aparecia em perfis femininos. Mas agora... Ninguém mais é executivo da empresa, é CEO. Não existe mais o diretor financeiro é CFO.
O que me intriga é que em grande parte das vezes os que adotam tal “cargo” nem sabem conjugar o verbo “to be”! Mas ta na moda, é isso que importa.
O mesmo acontece com as expressões politicamente corretas. Não existe mais negro ou, cúmulo da absurdo, preto. Qualquer cidadão mais moreninho é um afro-brasileiro. Ninguém mais é aleijado, ninguém mais é doido, veado, sapatão. São especiais, homossexuais.
É mais ou menos como os tais direitos humanos. Só aparecem direitos humanos quando acontece algo com algum bandido. O pai de família que se dane. Depois reclamam que tem muito vagabundo. A própria sociedade os incentiva.
Massacre dos Carajás. Um monte de sem terra armados de pedras, facões, enxadas e não sei mais o que, partindo para cima dos policiais. Se você estivesse do lado da policia iria esperar alguém arrancar o seu pescoço com um facão ou estraçalhar seu crânio com uma pedrada? Acho que não, até mesmo por causa do instinto de sobrevivência. Não é que eu seja a favor da violência, mas, vamos pensar de maneira racional e deixar o romantismo de lado. Foram os mesmos sem terra que devastaram uma belíssima plantação de laranjas há pouco tempo.
Qual é? Quanta hipocrisia. Mas, numa sociedade onde para se destacar basta rebolar seminua ou passar 40 dias trancado sem fazer nada, não é de admirar.
domingo, 16 de maio de 2010
Difícil fugir do assunto
Estamos próximos da Copa do Mundo de futebol e, como tudo na mídia escrita e televisiva, é difícil fugir do assunto da "moda". Mas, nesse caso específico eu que gosto de futebol até que não me incomodo muito. E o papo dos últimos dias é um só: a convocação do selecionado brasileiro para a copa. Uma constatação fica bem óbvia log de cara - a seleção brasileira não tem a cara do povo brasileiro. E não digo isso por causa das gritantes diferenças entre o valor do salário mínimo e o menor salário dos jogadores não, digo porque está sem graça torcer pela seleção. Vou me explicar melhor.
Não estou dizendo que quero a derrota do Brasil na copa. De jeito nenhum. A gente sempre torce pelo Brasil, seja no futebol, no tênis, no judô. Até nos esportes mais esquisitos lá estamos torcendo. Mas o futebol tinha algo diferente. Ainda tem um pouco, é verdade, mas perdeu muito da magia. E isso tem uma explicação. Quantos jogadores convocados atuam no Brasil? Quase 0. E o que tem isso a ver? Na minha humilde opinião tem tudo a ver com a falta de graça em torcer pelo nosso escrete. Em 94 o momento em que mais vibrei foi naquele golaço do Branco contra a Holanda. E isso porque além de adimirar o cara há algum tempo, ele que se projetou no meu Fluminense estava defendendo novamente o Tricolor no período do mundial.
E é por isso. Além de torcer pelo Brasil, antigamente torcíamos prlos jogadores do nosso time. Acompanhávamos os jogos desses jogadores em todos os fins de semana. Sabíamos mais a respeito de cada um. Tem gente aí na seleção que eu nem lembro de ver jogar no Brasil por algum clube. Dá pra ter alguma identificação com um cara desses? Só o fato de ter nascido no mesmo país. Muito pouco.
Espero que um dia nossos clubes tenham condições de manter os bons jogadores no país para que a própria Seleção Canarinho se torne mais atrativa para o torcedor.
Não estou dizendo que quero a derrota do Brasil na copa. De jeito nenhum. A gente sempre torce pelo Brasil, seja no futebol, no tênis, no judô. Até nos esportes mais esquisitos lá estamos torcendo. Mas o futebol tinha algo diferente. Ainda tem um pouco, é verdade, mas perdeu muito da magia. E isso tem uma explicação. Quantos jogadores convocados atuam no Brasil? Quase 0. E o que tem isso a ver? Na minha humilde opinião tem tudo a ver com a falta de graça em torcer pelo nosso escrete. Em 94 o momento em que mais vibrei foi naquele golaço do Branco contra a Holanda. E isso porque além de adimirar o cara há algum tempo, ele que se projetou no meu Fluminense estava defendendo novamente o Tricolor no período do mundial.
E é por isso. Além de torcer pelo Brasil, antigamente torcíamos prlos jogadores do nosso time. Acompanhávamos os jogos desses jogadores em todos os fins de semana. Sabíamos mais a respeito de cada um. Tem gente aí na seleção que eu nem lembro de ver jogar no Brasil por algum clube. Dá pra ter alguma identificação com um cara desses? Só o fato de ter nascido no mesmo país. Muito pouco.
Espero que um dia nossos clubes tenham condições de manter os bons jogadores no país para que a própria Seleção Canarinho se torne mais atrativa para o torcedor.
domingo, 2 de maio de 2010
Adolescência
Engraçado né. Todo mundo se sente incompreendido em algum momento da vida.
Ninguém me entende, ninguém me ama, ninguém me quer. Principalmente na fase da adolescência. Eu às vezes penso que prolonguei a minha um pouco além da conta. Muitas vezes me pego, ainda hoje, pensando ou agindo como um eterno incompreendido. Imagino que muita gente deve ser assim. A minha geração, nascida na primeira metade da década de 70, tem um certo sentimento de que legal eram os anos 60. Sexo, drogas e rock and roll. Quer dizer, fomos incompreendidos logo de cara por Deus. Porque não nasci antes.
Pegamos a fase mais branda da ditadura, mas ainda pegamos. Mas bom mesmo devia ter sido estudante universitário na época de chumbo, se filiar ao PC. Insanamente, até fica um certo rancor por não ter apanhado da polícia política da época.
Viver Woodstock então. Poxa, ficar uma semana na chuva, rolando na lama pelado como um maluco cheio de LSD na cabeça. Loucura. Ouvindo Hendrix ao vivo. Caraca.
Ainda hoje tenho idéias revolucionárias. Se bem que essa última parte eu acho legal. Estou com 36 anos mas me sinto jóvem. Acho a molecada de hoje meio que um saco, sem ideologia, sem causas, sem um inimigo visível a combater. Por hoje cansei. Depois volto e falo mais um pouco.
Ninguém me entende, ninguém me ama, ninguém me quer. Principalmente na fase da adolescência. Eu às vezes penso que prolonguei a minha um pouco além da conta. Muitas vezes me pego, ainda hoje, pensando ou agindo como um eterno incompreendido. Imagino que muita gente deve ser assim. A minha geração, nascida na primeira metade da década de 70, tem um certo sentimento de que legal eram os anos 60. Sexo, drogas e rock and roll. Quer dizer, fomos incompreendidos logo de cara por Deus. Porque não nasci antes.
Pegamos a fase mais branda da ditadura, mas ainda pegamos. Mas bom mesmo devia ter sido estudante universitário na época de chumbo, se filiar ao PC. Insanamente, até fica um certo rancor por não ter apanhado da polícia política da época.
Viver Woodstock então. Poxa, ficar uma semana na chuva, rolando na lama pelado como um maluco cheio de LSD na cabeça. Loucura. Ouvindo Hendrix ao vivo. Caraca.
Ainda hoje tenho idéias revolucionárias. Se bem que essa última parte eu acho legal. Estou com 36 anos mas me sinto jóvem. Acho a molecada de hoje meio que um saco, sem ideologia, sem causas, sem um inimigo visível a combater. Por hoje cansei. Depois volto e falo mais um pouco.
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